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BR PAUFPA UFPA-NAEA · Seção · 1973
Part of Universidade Federal do Pará

O Núcleo de Altos Estudos Amazônicos (NAEA) teve seu regimento aprovado pela Resolução Nº 80, de 6 de março de 1972, iniciando suas atividades no ano de 1973, com o objetivo de estimular e produzir conhecimento sobre a Pan-Amazônia e formar quadro de profissionais especializados em planejamento do desenvolvimento regional. Algumas alterações organizacionais já foram realizadas no NAEA, nas Resoluções Nº 562, de 9 de dezembro de 1985, Nº 647, de 29 de fevereiro de 2008 e Nº 789, de13 de dezembro de 2018.
Ao longo da sua trajetória institucional o NAEA tornou-se referência nacional e internacional, possuindo vínculos com centros de pesquisa em todo o mundo, além de se consolidar como um dos mais importantes produtores de pesquisas e discursos científicos sobre a região.
Localizado no campus Belém, o NAEA tem como objetivos fundamentais o ensino em nível de pós-graduação, visando em particular a identificação, a descrição, a análise, a interpretação e o auxílio na solução dos problemas regionais amazônicos; a pesquisa em assuntos de natureza socioeconômica relacionados com a região; a intervenção na realidade amazônica, por meio de programas e projetos de extensão universitária; e a difusão de informação, por meio da elaboração, do processamento e da divulgação dos conhecimentos científicos e técnicos disponíveis sobre a região. O NAEA desenvolve trabalhos priorizando a interação entre o ensino, a pesquisa e a extensão.
As atividades de ensino estão organizadas no Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Sustentável do Trópico Úmido (PPGDSTU), que integra os níveis de Doutorado e Mestrado, no Programa de Pós-Graduação em Gestão Pública (PPGGP), em nível de Mestrado, e no Programa de Pós-Graduação Lato Sensu (PPLS), no nível de Especialização.
Com uma proposta interdisciplinar, o NAEA realiza seus cursos de acordo com uma metodologia que abrange a observação dos processos sociais, numa perspectiva voltada à sustentabilidade e ao desenvolvimento regional na Amazônia.
O NAEA é uma das maiores referências em desenvolvimento regional no Brasil. O PPGDSTU, por exemplo, possui o conceito 07, na avaliação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).
O ensino e os trabalhos científicos desenvolvidos no NAEA, cujas contribuições são reconhecidas internacionalmente, são orientados por um corpo docente qualificado com formações diversas em várias áreas do conhecimento.
A proposta da interdisciplinaridade também permite que os pesquisadores prestem consultorias a órgãos do Estado e a entidades da sociedade civil, sobre temas de maior complexidade, mas que são amplamente discutidos no âmbito da academia.

Instituto de Geociências
BR PAUFPA UFPA-IG · Seção · 1964 até o presente.
Part of Universidade Federal do Pará

A história administrativa do Instituto de Geociências remonta ao surgimento do curso de Geologia, em 1963, pela Resolução Nº 10, de 18 de novembro, que aprovava, pelo Conselho Superior Universitário, os cursos de graduação que seriam ofertados para o ano seguinte, sendo então o curso de Geologia ofertado pela primeira vez.
Inicialmente, o curso foi vinculado ao Gabinete da Reitoria, onde permaneceu até o ano de 1970, quando foi criado, pela Resolução Nº 6, de 30 de dezembro de 1970, do Conselho Superior de Ensino e Pesquisa, o Centro de Ciências Exatas e Naturais, para onde o curso foi incorporado tornando-se o Departamento de Geologia.
Com o avanço dos estudos na área da Geologia, foi aprovado em 1973, pela Resolução Nº 162, de 27 de fevereiro de 1973, do Conselho Superior de Ensino e Pesquisa, foi criado o Curso de Pós-Graduação em Geofísica, com oferta de mestrado e doutorado, também vinculado ao Centro de Ciências Exatas e Naturais.
A necessidade de fortalecer institucionalmente a pós-graduação em geociências resultou, em 1975, na criação do Núcleo de Ciências Geofísicas e Geológicas (NCGG), que também alterou o nome do antigo curso de Pós-Graduação em Geofísica para Pós-Graduação em Ciências Geofísicas e Geológicas, concedendo aos discentes, de acordo com as especialidades escolhidas no percurso acadêmico, o título de especialista, mestre ou doutor nas seguintes áreas: Geofísica ou Geoquímica. A partir de 1977 passou ainda a ser concedido títulos acadêmicos na área da Geologia. Contudo, somente em 1980 foi feita a aprovação do NCGG pelo MEC, estando oficialmente criado enquanto uma estrutura organizacional da UFPA, pela Resolução Nº 537, de 27 de novembro de 1980, do Conselho Superior Universitário.
Ainda em 1975, foi criado pela Resolução 325, de 22 de setembro de 1975, o curso de Meteorologia, também vinculado ao Centro de Ciências Exatas e Naturais, expandindo a área de Ciências da Terra, na UFPA.
Anos mais tarde, com a reforma administrativa realizada na UFPA, em 1985, houve a publicação da Resolução Nº 560, de 09 de dezembro de 1985, do Conselho Superior Universitário, que criou o Centro de Geociências, com o objetivo de congregar todos os cursos de graduação e pós-graduação relativos às Ciências da Terra.
As mudanças organizacionais impulsionaram, na década de 1990, a reestruturação da pós-graduação, que voltou a ter cursos independentes, como a Pós-Graduação em Geofísica; e a Pós-Graduação em Geologia e Geoquímica.
Em 1999, foi criado pela Resolução Nº 2.663 de 16 de setembro e 1999, do Conselho Superior de Ensino e Pesquisa, o Curso de Oceanografia aumentando para três o número de graduações do Centro de Geociências e expandindo as suas áreas de formação acadêmica e profissional.
Já no ano de 2002, foi criado o curso de graduação em Geofísica, a última criada antes da transformação do Centro de Geociências.
A última reforma organizacional realizada na UFPA, em 2007, transformou o Centro de Geociências em Instituto de Geociências, ao qual estão vinculadas as faculdades de geologia (FAGEO); geofísica (FAGEOF); meteorologia (FAMET); e oceanografia (FAOC). E os programas de pós-graduação em geologia e geoquímica (PPGG); geofísica (CPGf); ciências ambientais (PPGCA); recursos hídricos e desastres naturais (PPGRH); oceanografia (PPGOC); e o mestrado profissional em rede nacional para o ensino de ciências ambientais (PROFCIAMB)
Assim, são encontrados documentos referentes à trajetória histórica dos cursos de Ciências da Terra, como a criação dos cursos e unidades organizacionais, relatórios de atividades, publicações editoriais, concurso para seleção de docentes e documentos referentes à consulta eleitoral de diretores e representantes em colegiados.

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